le-blastoise:

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garota-do-rodeio:

Um sonho para muitos, realidades pra algum. Um amor tão grande como a vida, que poucos á de conhecer. Pra se amar, não é preciso nada, não importa nada. Não é preciso dinheiro, nem estilo especifico, pois a carisma, afeto e compaixão que encontramos no olhar desse animal, comove a quem se permite conhecer. Tem aqueles que entende sobre cavalos e aqueles que os entende, a diferença é a paixão, se permita e experimente cavalgar.E quando for sua vez de passar isso a alguém, talvez quem sabe até mesmo seus filhos, lhe dê de presente um cavalo, faça cultivar esse amor, pois muitos já jogaram sua vida fora por dinheiro, drogas e festas, mas ninguém se alto destroe por amar um cavalo.

garota-do-rodeio:

Um sonho para muitos, realidades pra algum. Um amor tão grande como a vida, que poucos á de conhecer. Pra se amar, não é preciso nada, não importa nada. Não é preciso dinheiro, nem estilo especifico, pois a carisma, afeto e compaixão que encontramos no olhar desse animal, comove a quem se permite conhecer. 
Tem aqueles que entende sobre cavalos e aqueles que os entende, a diferença é a paixão, se permita e experimente cavalgar.
E quando for sua vez de passar isso a alguém, talvez quem sabe até mesmo seus filhos, lhe dê de presente um cavalo, faça cultivar esse amor, pois muitos já jogaram sua vida fora por dinheiro, drogas e festas, mas ninguém se alto destroe por amar um cavalo.


Jul 24 · 33 notes · reblog

pro-que-der-e-vier:

Nem tanto…

pro-que-der-e-vier:

Nem tanto…

Jul 23 · 2,678 notes · reblog

Jul 23 · 1,346 notes · reblog

Tchau gente <3

Jul 23 · reblog

E todos os dias
o sol teima em raiar
As pessoas levantam,
e com seus carros poluem
As empresas abrem suas portas,
e os trabalhadores entram em massa
Os cachorros latem,
e os gatos fogem
Os passarinhos cantam,
e as crianças admiram
Os mendigos pedem,
e os burgueses ignoram
E no final,
a rotina os engole

E toda manhã
O café é servido,
mas só toma quem pode,
o resto,
que morra de fome
As crianças são deixadas na escola,
e se sentem presas pelas grades nas janelas,
de um lugar que era pra libertar sua imaginação
Os motoristas de ônibus dão bom dia,
com os olhos cansados,
a alma esgotada,
e o sorriso inexistente.

E todas as tardes,
as ruas são cheias,
de pessoas vazias
E os adolescentes voltam para casa,
mas alguns nem chegam
E outros vão para escola,
mas nem voltam
E o pedreiro trabalha,
constrói um edifício gigante,
e se orgulha, mesmo que ninguém o note,
ele sabe o quanto foi importante.

E todas as noites
A mãe prepara a janta,
e espera o filho,
que morreu no caminho para casa
As estrelas brilham,
mas a lua continua em teimar a não aparecer
As ruas se enchem,
de pessoas drogadas,
e das drogas da vida,
e os olhares aguçados das crianças capitam o pedido de socorro dos adultos,
mas ninguém parece ligar,
ninguém quer se importar
E em todos os lugares,
nos quatros cantos do mundo,
pessoas deitam sua cabeça no travesseiro,
e esperam a hora do julgamento chegar.

E todas as madrugas,
são extensas,
intensas
Há quem levanta,
mesmo querendo só cinco minutos,
e há quem não consegue nem sequer dormir
E todas as madrugas,
alguém morre de amor
Alguém filma uma briga em um bar,
um carro que passou pelo sinal vermelho,
e arrancou o braço de um trabalhador
A usuária de droga que teve o filho no meio do lixão,
a criança que nem teve o direito de escolher o que queria ser.

E todos os dias, alguém morre,
tentando viver.

— E todos os dias, milhares de sonhos são destrúidos
Jul 23 · 4 notes · reblog